Casinha: Agraciadamente nossa

Pessoal do trabalho de minha mãe acompanha a rotina da #casinha pelas redes. Mãinha certo dia chegou e disse que uma de suas companheiras de serviço comentou parecer ser uma jovem de trinta anos escrevendo. Vai ver eu tenho essa idade mesmo. (risos)

O fato é que já passei por algumas poucas e boas situações, e entre elas me deparei com muita gente mal intencionada. Gente que se aproximava, mas o coração estava longe da intenção aparente. Se mostraram, das formas mais tristes, mas mostraram.

Se todas as minhas decisões têm pressupostos com bases nas experiências, ouso dizer que os meus não vieram aliviar. Todavia, afirmo que se fazia parte dos planos do Senhor tais experiências, sou grata pelo molde, pelo tempo, e principalmente, por sua graça.

Era sobre ela que queria falar.

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Imagem meramente ilustrativa – Casinha dos Meneleu Matos.

Esses dias terminaram a parte mais “grossa”, pode assim dizer da casinha. E dado o período de início e término dessa fase, eu fiquei a pensar em como tudo se encaixou. Sou dessas que põe a mão “nos (meus) quartos”, e fico pensando um tempinho olhando pras coisas. Agradeci ali, olhando.

Num instante me peguei pensando que “foi sozinha” que fiz. Sozinha no sentido de não me aproveitar de ninguém. No sentido de não usar de má fé, e ter sido sincera com todos, sempre. Talvez agora vocês entendam, e pela introdução dos pressupostos, o motivo de eu tanto gostar de falar em sinceridade. Mais rápido ainda meu coração se envaideceu. ¬¬

Por isso a bíblia fala dele ser enganoso. De fato, fazer sozinha, no sentido de não me aproveitar de ninguém, é plausível. Ela teve mãos aos montes ajudando, como ainda está tendo. Mas nenhum deles veio sem saber seu voluntariado, por exemplo. Quem se chegou veio ciente de tudo. Contudo, não fui eu! Entendeu aí?

Me lembro de um dia pelos snaps tagarelando um pouco, comentei que não trabalhava para mim, não trabalhava para meu chefe, não trabalhava pra gestão. Porque nada melhor para um cristão do que trabalhar pra Deus. Do mesmo modo foi casinha. Não fui eu, não foi Paulo, não foi Antônio, não foi mãe, vó, pai, padrasto, enfim, foi a graça. Sempre as coisas maiores em mente.

Brincando com meu pai, ele não entendeu de primeira. “Mas, Amanda, investimos…”. Todos os nossos investimentos vieram de trabalho, que se não tivéssemos saúde não teríamos executado. Quem deu saúde, senão nosso Deus? Graça! Tudo parte da graça, sem a qual sequer estaríamos aqui.

É uma casinha minha? Nossa? É. Agraciadamente, que eu sempre me lembre, nossa, mesmo que fisicamente ela não seja nossa pra sempre. Glória!

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