Antes x Hoje

Manhã de hoje, dia 11/08/2018

Antes: justificava tudo

Hoje: silêncio

Antes: comentava inocentemente planos

Hoje: silêncio

Antes: requeria afeição, feedback

Hoje: silêncio

Antes: me apetecia o senso de propósito e partilha

Hoje: acho que a vida do mute acaba tendo uma linguagem contra a da maré e tendo mais eficácia.

E em suma: a eficácia é que tem validade, mesmo que por vezes seja esquisito o silêncio 🌿

não gamo, ué!

Esses dias interagi com uma migs sobre essa tal blogueiragem em massa e a futilidade escancarada. E basta um fio pra que eu desenrole, mesmo que só, outro tanto de questionamentos. Nessa conversa, não foquei somente nos influenciadores, mas nos seguidores desse tipo de conteúdo. Por que, que graça tem seguir as vidinhas surreais e sem essência alguma? Dá até um  desgosto!

Foto: Pinterest

Partindo daí, comecei a pensar em como NÃO gosto de muitos comportamentos, discursos, etc. Pensei que eu condeno super a ideia do “ranço”, não não sou imune, infelizmente!

1- As pessoas que estão no topo dessa lista, são aquelas que gostam do top mesmo, e por se sentirem superiores, mantém uma postura ridícula e pensam que estão no centro de alguma coisa. Comumente desdenham dos demais, mesmo que sutilmente. Agora fica um pouco claro, meu problema com a “fala”. Bato na tecla demais do porquê ficarmos calados.

2 – Depois vêm os inteligentíssimos, semideuses e seres quase flutuantes, dada sua pseudo divindade. Estes, não diferente dos primeiros, também me dão náuseas, não por ridicularizarem pessoas tão escancaradamente. Até costumam falar em humildade, empatia e afins, mas a prática destoa um pouco. Eles às vezes falam das minorias, falam em amar os homossexuais, os negros, mas também, por lerem um filósofo ou outro, desdenham de cristãos. É uma coisa doida. Nesse meio também vemos o oposto: Os “cristãos” que estão num patamar de espiritualidade elevada – aos próprios olhos.

3 – Agora os que são minhas pedrinhas no sapato: Os que querem tirar vantagem em cima dos outros sempre! Nós, brasileiros, infelizmente temos essa fama. O nosso “jeitinho” é bem conhecido, nossa jinga para melhor sobreviver é marca registrada, mas a malandragem é o que pega! Digamos que o meu caso, especialmente, tenha a ver com essa percepção – “que estão abusando da minha boa vontade” – e discursando com vocativos agradáveis (“meu amor,”) quando na verdade estão querendo tirar vantagem nem que seja de sucessivos “favorzinhos”.

4 – Acho que já me estiquei bastante nesse texto, que tá mais pra desabafo. Mas não podia deixar de lado a turma da comparação, como se tivesse numa eterna competição. Essa turma às vezes tende a adquirir tudo que o próximo tem, numa eterna corrida, que ele participa sozinho. Digo, ele e a insatisfação dele. Enfim. Não chego a ter raiva, porque costumo entender algumas causas.

O que queria deixar claro nesse texto era o assunto que grande parte do meu blog aborda, nesse quesito de comportamento. Eu não falo sobre mudanças externas, mas bato na tecla de algo que conheço bem: o tal do orgulho. Desde quando internei direitinho que ele é a raiz desses problemas todos, o enxerguei com facilidade. O orgulho nos faz agir com impulsos horrendos, seja na fala, seja nas ações. E ele é um discurso metalinguístico. Sempre falo do orgulho me orgulhando intimamente e isso só atesta minha depravação.

Outra coisa que queria pautar era o cerne dessa fala toda. Além de me fazer muito bem me expressar, minhas palavras não são só meus ranços propagados. Todo o texto tem como finalidade a autoanálise. Se porventura você leu e lembrou de alguém nos itens, você escorregou no tal orgulho. Então convém sempre olhar pra si ao fazer uma leitura assim, porque é isso que tento fazer.

Mudança é meu codinome

Oi!

Estou passando por um processo. Sempre. “A vida é um processo”. Tem coisa mais filosófica do que uma frase iniciada com “a vida”?. Acho que não. Soa bonito e reflexivo – risos. Mas nesse processo todo, nesse caminho e caminhada, temos outros processinhos. E eis a graça do negócio. Se não fosse o aprendizado e gerúndios, morreríamos de tédio.

Nesses processinhos, comumente para nos tornamos mais humanos e dependentes do Soberano; Comumente para nos pormos com pés no chão e sabermos amar; Nesses processinhos acabamos tendo consequências físicas. Explico: Nossas transformações físicas muitas das vezes, quiçá todas as vezes, são fruto de algo mais profundo que está mudando na gente.

Uma pessoa que resolve ter novos hábitos alimentares teve um despertar e uma motivação para tal. Logo a consequência física passou primeiro pelo campo das ideias. E é basicamente o que está acontecendo comigo.

Estou numa fase nova! Fase esta em que, embora o trajeto tenha sido surpresa, inclusive para mim, os parâmetros, os valores e o Alvo continuam sendo o mesmo. Eu amo quando  vejo na Bíblia que Jesus é a Pedra, e pedra me remete a fortaleza e segurança. Logo O vejo imutável e, sendo Ele imutável, me sinto norteada e amparada de acordo com o que Ele quer de mim.

Daí, a minha fluidez no caminhar ainda tem propósito!

Todo meu processo psíquico culminou em um corpo respondendo e respondendo de um jeito bem peculiar. Nas minhas crises de ansiedade, por exemplo, eu tinha uma determinada alimentação. Hoje, muito melhor, tenho outro paladar. E a resposta nesse processo da vez foi a intolerância a lactose, uma preocupação com o açúcar e com a quantidade de água ingerida.

Aqui, tentarei registrar um pouquinho do que está acontecendo. É só o começo! 

 

Nóias de valor

Deve ser um balde de água fria, notar que os valores tão superestimados por uns, podem não ser do outro. Daquele outro que você tanto admira, sabe? Para tratar de nossa complexidade, um carinha que mora logo ali definiu “valores e parâmetros” para nos conhecermos melhor. E creio que para nos relacionarmos melhor.

Devo confessar, já que aqui trata-se de um confessionário parcialmente particular, que os meus são um tanto diferentões. Não é a toa que gosto de entender mais sobre minimalismo, não é aleatoriamente que reflito sobre comportamento. Abordo essas “coisinhas” aqui, porque os conceitos advém de um valor muito maior.

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Exemplo: Desde cedo somos condicionados a estudar. Mas a motivação tá pouco relacionada com o “eu no mundo”. Tem mais de aquisição de fórmulas e metas cumpridas para um fim em uma universidade e bom emprego. Falo isso porque era isso que me diziam no meu ensino médio. Aliás, nem falavam em bom emprego. Falavam na universidade e fim. Mas confesso que sempre achei tudo muito vago. Na época a psicologia era meu alvo por uma questão de missão mesmo. Servir importava mais.

É aquela história dos três estágios da motivação: uma é a falta de opção, outra é a condição “toma lá – dá cá” e, por fim, o propósito. A gente criança faz porque tem que fazer. Ai a gente vai crescendo e faz porque tem a condição (monetária na maioria das vezes). Depois de um tempo, os que crescem um tiquinho mais passam a pensar no propósito. Se esse senso de propósito não chega, a turma segue bailando na superfície.

Falei das motivações, porque elas norteiam cada passo, entende? No meu caso, o valor está todo consistente em Cristo: Pedra Angular. Todo meu parâmetro é descrito num cânone perfeito e o que a turma do baile da superfície pensa é que a gente se contenta com todos os valores impostos pelo mundo!

Eu passei a pensar nisso há uns três anos em média, quando era tremendamente triste com tudo que eu via concernente a busca pelo vento, pela glória e pela promoção que não leva a lugar algum! Sim! Falo de anseios até bons, mas que genuinamente tem valores completamente rasos e finitos, entende?

Então passei a me considerar o balde de água fria. Meus valores foram destoados dos da maioria que mergulham em ações convenientes e bonitas, mas sem o fim na Glória devida; Em “conquistas” e serviços nobres, mas sem o Alvo eterno; Em idas e vindas à igreja, mas com a vaidade embutida em cada ato. Com o pensamento que “posso isso e aquilo, porque sou isso ou aquilo”.

Costumo brincar dizendo que com um dia de fome você percebe que não é nada. Não preciso de um dia de fome porque umas horas já me mostram claramente isso. E mencionei essa história de valor, parâmetro e eternidade para clarear toda a ideia de dependência, de vulnerabilidade e de Glória correta.

No final, o balde de água fria no abismo de valores motivações é o banho que falta para um mergulho mais fundo: Na curiosidade pela verdade revelada que norteia e alegra essa caminhada que requer tanta fé e oposição ao que tentam nos instigar a fazer. Ah! Num me encanto por qualquer coisa não.

Isso tudo para, ainda, falar de amor

Me flagrei depressiva e em posição fetal. Meu pai, o diagnosticado com depressão, assumiu minha posição de cuidadora: “Amanda, se tu não se alimentar, tu não vai se sustentar”. Minha pressão baixa fácil, mas até que nesse dia ela se aguentou. Só tive dores de cabeça mesmo e o entrave na garganta. Uma vontade sutil de dormir e não mais acordar, mas nada demais. O que doía mesmo era a sede de emoções.

Estamos vivendo aqui intimamente com o que autentica nossa natureza de humanos: Ansiamos esse sentimento de pertencimento, atenção e importância. O que torna nossos passos – seja lá qual for – é justamente esse anseio. Outro dia li que a ideia de ser admirado e ser importante é a mesma em todos nós, seja o que exerce um trabalho voluntário, seja o que vai roubar.

No meu caso, tratava-se de uma ferida pequena que eu pensava não ter mais relevância, só que arranquei a casquinha e percebi que ela continuava uma feridinha. E o porquê de tamanha vulnerabilidade é a amostra de que somos iguaizinhos. Que, por mais que aparentemos felicidade  e leveza, temos dores, dissabores e temores. Que pautamos diariamente para nós mesmos em quem depositamos nossa fé, mas, tem dias que realmente é preciso doer. E, vai soar estranho aí, mas é bonito doer, até. É necessário.

Minha amostra desse drama é só pra dizer que não é só drama com esse som de melindre. Fiz uma baita análise interna, como constantemente me afasto do mundo para me conhecer mais, e concluir que sou muito humana mesmo, graças a Deus! Para agradecê-Lo pelo sentir, para entender que meu próximo, embora com aflições diferentes, também é sentimento, e meus relacionamentos sejam mais cautelosos.

Minha exposição é também para fazer um pedido sincero e “bobo”: Não permita que seu raio (a turma de seu convívio) se sinta desimportante. É uma fala tão simples, mas que é falha nos detalhes. Bens, entenda: bens duram e valem bem menos que vidas, serviços têm sons estrondosos, amor tem linguagem para todos os gostos. Aja horizontalmente como se agisse pelo amor de sua vida. No final é isso mesmo, se você entende do Amor que me refiro. Que Deus nos dê graça para falarmos dEle em cada gesto.

Aaaaaaaah!
Sobre a dor que narrei, né? No dia seguinte acordei com vontade de fazer as coisas simples que sempre fiz. Priorizei bobeiras e considerei aceitar convites. #UmDiaDeCadaVez. Em breve: as experiências.

Sequência oportuna num dia down

Cheguei borocoxô do trabalho. E é porque a rotina ainda nem pegou nível hard! Sem querer ir muito pelo futuro, mas indo, consigo visualizar o que me espera. “Vou dar conta, vai dar tudo certo.” É o que paira na minha mentezinha inquieta.

Mas o fato é que cheguei borocoxô. “Tenho uma cozinha esperando por minha ação”, pensava. Deitei uns 15 min. Levantei, fui ler a Bíblia, conversar com Meu Amado, ser confortada, cascaviar genuinamente os motivos que estavam me deixando para baixo: “Fala sério, coração! É só rotina? Vamos, destrinche isso com toda sinceridade pra mim, porque preciso expôr pra Seu Dono”.

Me lembrei da entrevista da Glória Furman, cujo foco era o sofrimento. Ela narrava, em poucos minutos, como era a lida com seu esposo com problemas de saúde, e onde estava seu foco. Foi a luz que veio para mim também. “Tá. Independente da condição do meu humor instável, do cambalear desse coração que às vezes me confunde toda, independente do que possam denominar TPM… Tenho um lembrete imutável: SOU SALVA.” E sorri.

Prontamente me lembrei também que não eram só “ideias” de Glória que constavam na entrevista, que fui muito edificada, por sinal. Veio em mente também suas ações. Ela basicamente foi as mãos do seu esposo, e narrava o quanto as pessoas ficavam olhando para eles nos restaurantes enquanto ela cortava a carne para ele, por exemplo.

E o que eu tinha mesmo? Ah! Uma cozinha me esperando. Uma responsabilidade escolhida e pautada em oração outro dia. Agi. Conclui. Ganhei de recompensar um filme mais lindo ainda: “Perfeita para você”, cuja mensagem ainda fala comigo.

Vejo graça nos detalhes. Fiquei leve, contente e pensativa: “Sou salva”. E novamente sorri antes de dormir.

Oportunidades

Minha congregação não é do tipo que dá “oportunidades” de uma hora para outra diretamente. Os cultos são seguidos fielmente ao que o dirigente, diligentemente, planeja. Inclusive, ontem comentamos sobre a ordem do culto e foi muito bom. Contudo, às vezes as oportunidades surgem para que as agarremos. Não é nada imposto, mas a voluntariedade, toda consistente de beleza e liberdade, é o que prezamos. Vejo atos fluentes e não tão condicionados.

Aqui onde moro temos a graça e liberdade de nos encontrarmos nas residências dos irmãos. Uma horinha, uma vez por semana, louvores, estudo e… oportunidades. Ontem, a irmã Maria Iraci, dona da casa que fomos, abriu um espaço para a exposição de versículos decorados, e eu não consegui pensar em absolutamente nada! Fugiu! Mas sosseguei. Nada distante, ela teve uma outra ideia! “Agora, vamos aproveitar nosso tempo para comentar sobre algo das Escrituras que gostamos, ou chama nossa atenção”.

O versículo que eu queria dizer decorado tava prontinho para ser partilhado, e agora no momento certo. Após os comentários da própria irmã que dera a ideia, e do nosso Pr, perguntei “ainda temos um tempinho?”. Assim, quase escorregando na cadeira, numa tremenda luta: “deixo pra lá” versus “é agora!”

Comentei com os irmãos a coisa linda que foi Pedro e João perante o Sinédrio, registrado em Atos 4: 5-22.Comentei sobre como achava linda a fala deles, sendo quem eram, se expressando com tamanha coragem e linguagem que deixou o povo intrigado. Mas sem me ater a isso, a parte que queria ter dito desde os versículos decorados eram: “E não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (v. 12) Versículo mais enfático a respeito da singularidade de Cristo, não encontrei. E…pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (v.20) Versículo mais enfático acerca da nossa fluência de comunicação, ainda procuro. Coisa mais inspiradora, né? (risos)

Mas apesar de ter usado a oportunidade para falar aos, já cristãos, gosto de relembrar da minha condição. Estava lendo as palavras do Mark Manson num livro que está sendo bastante vendido. Ele, usando de muita sinceridade, passa 50% do livro (até a parte que li), passando na nossa cara o quanto somos tristes! Tristes de feios.

E eu internamente, quando lia, pensava: Obrigada, sr. Manson, por lembrar-nos disso! Um incrédulo falando isso para outros chega a ser um presente. No dia que encontrar com alguém que leu os pensamentos dele, viu dizer “querido! depravação total!”

E a chance de puxar o fio desse carretel composto da única mensagem que importa, é enorme!

Que não me falte…
Oportunidade ♥️

As entrelinhas do acamp: mansidão

– E ai, Amandinha, como foi o retiro?
– Foi bom… Assim: noutros tempos, pela minha empolgação, eu diria que foi incrível, e foi! Só que ando um pouco tranquila, então reagi a tudo quietamente. Talvez eu esteja ficando gente grande.

(risos)

De fato, meu tempo no acampamento foi tão precioso! Aprender mais da Verdade é de uma alegria imensa! Talvez eu só não esteja esboçando com tanta euforia como noutros tempos. Só queria dizer que estou lidando melhor com minhas emoções e acredito que seja resposta de oração. O tal do equilíbrio sempre foi tão ansiado, sabe?

Eu fui com ajuda de pessoas enviadas por Deus para que o trajeto todo desse certo, meu quarto era quietinho, dorminhoco e contente. Pude conhecer mais de pertinho quem não tinha tanto contato. Essa é a graça da gente não se ater a um grupo específico. Outras percepções, conversas e partilhas são sempre bem-vindas. O novo assusta, mas enriquece.

O espaço como um todo é de uma beleza e preparo singular, os lanchOs (risos), as conversas, a leveza, as brincadeiras. O CENTRO! Os cultos, a recepção das palavras ali proferidas, as palavras por mim proferidas, as palavras que só escorreram pelos olhos. O coração.

Via de regra, minhas andanças não tem tanto registro como parece. Acontece que em casa, minha rotina permite uma interação maior virtual, minha solidão, talvez. Mas nos locais como acampamento, prezo pelo momento. É tanto que só pensei em registrar no último dia. fiz o que pude. Saí sem falar com todo mundo, como previa. Mas ainda permaneci tranquila.

O que queria pautar também era o fato de ter registrado e esquecido minha caderneta na casa de mãinha, daí não tenho como partilhar agora as coisas absorvidas e seladas sistematicamente, eu diria. Mas algo que voltei pensando muito, foi sobre a tal da referida mansidão que esteve comigo, e já pensei e situações do meu cotidiano.

Nos últimos dias eu estive um tanto “armada”. O último post aponta claramente para minhas respostas automáticas. Mas ser manso é de uma confiança tremenda! Aprendi que não trata-se só de algo referente a personalidade, mas do uso da razão ao confiar plenamente naquele que está no controle de todas as situações. Principalmente, naquelas que penso ser agente imponente para autodefesa. Nessas que quero responder à altura e matutar no tanto que podem estar me fazendo de besta, sem ter paz e sem vivenciar, porque sequer aconteceu o fato. Voltei disposta a não somente ser um instrumento usado e vulnerável virtualmente, expondo minhas inúmeras fraquezas para interagir.

Mas disposta a ser um instrumento vulnerável em muitas situações que pensei em me impor, contudo, sem necessidade. Talvez agora a pauta da oração seja ainda do tal do equilíbrio, não só das emoções esboçadas, mas da sabedoria no cambalear entre o falar e o calar e deixar que Meu Amado, com tamanho cuidado, responda e resplandeça por e em mim.

Essas foram as entrelinhas,
volto logo,
cheiro e
fica na paz 🙂